Morohines do Caveira
"☿ Talvez eu neste momento.. Estou brincando com os vermes.. ☿"
࣪ ִֶָ☾ 25 anos.. brasileira e magista ࣪ ִֶָ☾.
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Mood: ⃝𖤐Onde a vida apodrece, eu floresço.⃝𖤐
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About me:
✦ Ola viajante ✦
Olá, viajante.
Você entrou num lugar onde as sombras guardam histórias
e a curiosidade é a chave que abre o que não se vê.
Se algo aqui pesar no seu espírito, volte.
Mas, se o desconhecido te chama,
então siga.
alguns caminhos só aparecem para quem ousa permanecer.
Mas, se sua curiosidade te trouxe até aqui, sinta-se livre para explorar cada canto do meu perfil.
Clique abaixo para atravessar o véu:
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✦ VOLTAR PARA A LUZ ✦
Sou aquela mistura estranha entre a calma e o caos.
Entre o silêncio que observa e o turbilhão que cria.
Gosto de mergulhar fundo em tudo que toca o mistério. Sou estudante das artes ocultas, leitora incansável de mitologias, culturas antigas e simbologias que muita gente deixa passar batido. Tenho um carinho enorme pela história da Mesopotâmia e da Suméria e cultuo a deusa Ishtar, parte essencial do meu caminho espiritual junto com minha prática religiosa paralela.
Eu estudo o ocultismo de forma prática e fundamentada. Não trato o assunto como fantasia nem como escapismo; trato como um campo de conhecimento que envolve análise, observação e responsabilidade. Com o tempo, aprendi a interpretar símbolos, padrões, e sistemas energéticos com base em estudo constante, leituras sérias e comparação de fontes. Entendo o que faz sentido dentro de uma prática, o que é útil, o que é simbólico e o que não passa de interpretação equivocada ou mito modernizado.
Meu foco é compreender como cada elemento funciona, o que realmente influencia, o que é apenas estético e o que pode gerar confusão. Sei diferenciar práticas seguras de práticas irresponsáveis, reconheço limites e entendo que nem tudo serve para todos. Para mim, o ocultismo não é palco para exageros; é estudo, experiência e discernimento. Eu trabalho com o que aprendi, com o que testei e com o que faz sentido dentro de uma construção coerente não com especulação ou “achismo”. E, dentro disso, também aprendi a reconhecer meus próprios limites e a importância de ter consciência do que estou fazendo. Não trato nenhum conhecimento como absoluto e não acredito em respostas prontas. Eu observo, testo, estudo e ajusto. Quando algo não funciona, eu reviso; quando algo funciona, eu busco entender o porquê. Também sei que interpretar o oculto exige cuidado. Nem tudo que parece “sinal” é realmente um sinal, e nem toda sensação tem significado espiritual. Parte do meu conhecimento envolve justamente saber filtrar o que é psicológico, o que é simbólico e o que realmente pertence ao campo energético ou ritualístico. Isso evita exageros, evita distorções e mantém minhas práticas no chão, com clareza. Com o tempo, entendi que o ocultismo não é só sobre saber fazer, mas sobre saber por que fazer.... e saber quando não fazer. Essa consciência é o que me guia quando eu escolho estudar uma divindade, trabalhar com um símbolo, realizar um ritual ou interpretar um processo. Eu busco equilíbrio, lucidez e responsabilidade antes de qualquer estética ou dramatização.
No fim, meu conhecimento no ocultismo é construído em cima de estudo sério, experiência direta e análise constante. Eu não sigo o que todo mundo repete, eu não assumo que tudo é verdade e eu não encaixo qualquer coisa na narrativa que eu quero ouvir. Eu trabalho com o que é real, funcional e coerente, com o que ajuda, e deixo de lado o que só cria ruído.
Também sou alguém que precisa criar com as mãos. Não é só preferência; é parte da minha forma de existir. Trabalhar com artes manuais me ajuda a organizar o pensamento, descarregar energia e transformar o que sinto em algo concreto. Gosto de papel, texturas, colagens, tinta, cadernos personalizados, junk journal, bullet journal e scrapbook, tudo que envolve construir camadas, montar composições e misturar elementos de um jeito intuitivo e quase terapêutico. Essa combinação de caos visual com delicadeza é onde eu funciono melhor, porque me permite expressar ideias sem precisar explicar nada em voz alta.
Gosto também de trabalhar com materiais mais orgânicos. Fazer esculturas de barro é uma das formas mais diretas de conexão que eu tenho com o ato de criar: a sensação tátil, o peso do material, o processo lento de moldar até que alguma forma faça sentido. É um trabalho que exige paciência, atenção e presença, e eu gosto justamente disso, da calma que o processo impõe.
Além disso, eu faço velas aromáticas e velas com ervas, que para mim são uma mistura perfeita entre artesanato e intenção. Gosto de escolher as ervas, os óleos essenciais e os materiais certos para cada propósito, e gosto da parte prática de derreter, preparar, montar, testar combinações e ver o resultado final tomando forma. É um processo que me permite unir estética, função e energia de um jeito muito pessoal.
Criar, para mim, não é só fazer coisas bonitas. É uma ferramenta de equilíbrio. É onde eu descanso, me reorganizo e me reconecto comigo mesma. Cada projeto manual que eu faço, seja papel, tinta, barro ou vela, é uma extensão do meu jeito de pensar e sentir. É literalmente a forma mais eficiente que eu tenho de respirar.
E, no meio de tudo isso, eu também jogo. Porque ninguém é de ferro e todo mundo precisa de um espaço leve. Games, para mim, são aquele tipo de escapismo saudável que permite desligar um pouco do mundo, aliviar o peso mental e dar uma pausa necessária antes de voltar para o que exige foco. É simples, mas funciona, e faz parte do meu equilíbrio tanto quanto qualquer prática criativa.
Tenho um amor real pelo lado grotesco e imperfeito da natureza, aquele tipo de beleza que não é feita para agradar, mas para revelar. Me identifico com o goblincore, com insetos, com coisas pequenas que parecem estranhas demais para chamar atenção de quem só olha o óbvio. Gosto do que é torto, do que é áspero, do que carrega a textura da vida real, e tudo que é considerado feio tem uma honestidade que me atrai. É a beleza que nasce do desgaste, do uso, da decomposição, do que já viveu e deixou marcas.
Também sempre fui fascinada por tudo que envolve o lado mórbido da existência. Não trato a morte como tabu nem como terror, porque para mim ela nunca foi um fim absoluto. Eu a vejo como continuidade, como um estágio necessário dentro de um ciclo que não para. Vivo observando pequenos detalhes: insetos vivos caminhando e depois seus corpos ressecados no mesmo lugar dias depois. Há algo profundamente simbólico nisso, uma narrativa silenciosa que ninguém escreve, mas que está sempre acontecendo. O fim do movimento não é vazio; é o início de outra forma de existência.
A morte, para mim, carrega uma beleza séria, quase pedagógica. Ela ensina mais sobre a vida do que qualquer tentativa de ignorá-la. Mostra que tudo muda, tudo desfaz, tudo retorna à matéria de onde veio. Não sinto medo ao olhar para isso; sinto respeito. A morte não me ameaça. Ela me coloca no eixo. Ela me lembra que cada coisa tem seu tempo e que não adianta lutar contra o natural.
Para mim, a morte é uma força que reorganiza. É a confirmação de que nada é fixo, nada é eterno, e justamente por isso nada é desperdiçado. Cada fim se transforma em começo de uma maneira ou de outra. E é nessa compreensão que eu encontro motivação. Eu não fujo da morte; eu reconheço o papel dela na minha existência. Ela é o ponto onde versões antigas minhas se encerram e novas se formam. Aceitar isso não me puxa para baixo; me impulsiona. Me lembra que, enquanto estou aqui, posso continuar me refazendo, me reconstruindo e me multiplicando em versões melhores de mim mesma.
Sou filha da natureza, mas da parte esquisita dela: a que vive no musgo, no cheiro de terra, nos galhos retorcidos e nos bichinhos escondidos.
Gosto de música calma, mas também curto algo mais intenso quando o corpo pede. No geral, sou reservada, caseira e quieta, mas adoro socializar online, trocar ideias e conhecer mentes que brilham de um jeito diferente.
Hoje me considero tranquila com a vida que construí para mim, mas continuo curiosa, sempre. Existe sempre um mistério novo chamando meu nome, seja em um livro, em um ritual, na natureza ou dentro de mim mesma.
Who I'd like to meet:
Quero conhecer pessoas que existam com autenticidade, não com máscaras. Gente que não teme encarar suas próprias sombras e que sabe que a vida é feita de camadas, ciclos e silêncios. Pessoas que entendem que nem tudo precisa ser explicado de imediato e que algumas coisas só se compreendem observando, vivendo, sentindo.
Procuro quem enxerga beleza no estranho, quem respeita o que é antigo, simbólico e visceral. Pessoas que não fogem do desconforto, porque sabem que é nele que mora a transformação. Gosto de mentes que pensam fundo, que questionam o mundo sem arrogância, que estudam por sede real de entendimento e não por vaidade.
Quero conhecer quem trata a morte, o tempo e o desconhecido com a mesma reverência com que trata a vida. Gente que entende que tudo nasce, apodrece, renasce e retorna. Pessoas que sentem o fluxo da existência sem tentar domesticar o que é indomável.
Também me interesso por quem valoriza detalhes, porque são eles que revelam caráter. O jeito de observar, o jeito de ouvir, o jeito de tocar o mundo. É nisso que dá para perceber quem realmente está presente.
Não busco companhia pela quantidade. Busco conexão pela profundidade. Se alguém enxerga sentido onde a maioria vê apenas escuridão ou caos, então talvez já exista um ponto de encontro entre o meu mundo e o dela.
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Displaying 1 of 1 comments ( View all | Add Comment )
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Deklann
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muito dahora o seu perfil XD |

obg deixa do jeito que me identifico :)
by Morohines do Caveira; ; Report
tem bom gosto entt certeza XD
by Deklann; ; Report