Abaddon Killian

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"DEVILISH BLOOD"

RÚSSIA

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Abaddon Killian's Interests

General

Sou um amante da noite, onde as sombras se tornam abrigo e os silêncios falam mais do que as palavras. Prefiro o frio ao calor, o inverno à primavera — há algo na brisa gélida que me desperta, que me faz sentir vivo. A escuridão não me assusta; ela me conforta. Caminho entre luzes baixas, ambientes densos, sons profundos. É ali que respiro com mais liberdade. O mundo dos vampiros sempre me atraiu — não como fantasia, mas como símbolo. Eles representam o mistério, a eternidade, o desejo incontrolável e a beleza na escuridão. Me identifico com isso. Tenho fascínio por dinheiro. Não pela ostentação, mas pelo poder silencioso que ele oferece. A liberdade que ele concede, o domínio sobre o próprio destino. Enquanto uns buscam conforto, eu busco controle. Música é meu refúgio. Gosto do peso do rock, da melancolia do piano, da alma da guitarra. Sons que rasgam o silêncio e se misturam ao vinho ou ao whisky, em noites que não peço permissão para viver. E há também a velocidade. O rugido do motor, o cheiro de gasolina misturado com adrenalina. A estrada à noite é meu campo de caça. A cada curva, a cada aceleração, sinto a vida se estreitar em um fio — e é nesse fio que eu danço, livre, faminto, desperto. Sou feito de inverno, sangue e arte. E, nesse mundo de luzes falsas e vozes altas demais, escolho sempre o lado mais escuro da estrada — porque é nele que encontro a verdade.

Music

A música, para mim, não é apenas som. É pulsação, é sangue correndo pelas veias da noite. Ela me alimenta, me embriaga, me desperta — como um sussurro antigo vindo de uma época esquecida. O rock é meu grito de guerra. Ele ruge como feras na escuridão, rasgando o silêncio com dentes de aço. É a trilha dos caçadores noturnos, o hino daqueles que caminham entre os vivos com olhos mortos e alma ardente. O metal alternativo, por sua vez, é a dor transformada em poder. É melancolia com armadura. Suas batidas ecoam como trovões em castelos abandonados, como corações batendo mesmo depois da morte. O R&B e o soul são diferentes… mais sutis, mais sensuais. Eles me tocam como mãos frias sobre a pele quente. São lamentos doces, desejos sussurrados entre beijos roubados na penumbra. Há algo neles que me lembra os sorrisos tristes dos imortais — belos, mas marcados por séculos de lembranças. O piano? Ah… o piano é meu confidente. Cada tecla é uma cicatriz antiga, e cada melodia, um ritual. Suas notas ecoam como passos em salões vazios, como promessas feitas sob luas cheias e pactos selados em sangue. E a guitarra… ela grita, chora, geme. É lâmina e sedução, corte e carícia. É o som da noite se abrindo diante de mim. A música é minha cruz e meu cálice. É nela que repouso minha eternidade.

Movies

Os filmes, para mim, são mais do que histórias — são espelhos distorcidos onde me reconheço. Gosto daqueles que sangram fantasia, que desafiam a lógica e rasgam a realidade com presas afiadas. Nada me atrai mais do que o brilho frio de um mundo que não pertence ao dia. Filmes de vampiros me seduzem como antigos amantes. Cada olhar pálido, cada beijo entre a vida e a morte, cada duelo na penumbra carrega algo de mim. Não é sobre sustos — é sobre desejo, sobre poder, sobre a beleza oculta nas trevas. Eles me lembram o que é ser eterno… e ainda sentir fome. Adrenalina é essencial. Aquelas cenas que fazem o coração bater rápido, como se estivéssemos vivos — mesmo que só por alguns segundos. Corridas, perseguições, combates coreografados como danças macabras. Gosto do risco, da velocidade, da tensão. É ali que a alma se mostra. E os filmes fictícios — os bons — são portais. Me levam para outros mundos, outras dimensões, onde o impossível não é um limite, mas um convite. Quanto mais longe da realidade, mais perto da minha essência. Gosto de histórias que cheiram a sangue e fumaça. Que brilham como olhos na escuridão. Que falam a língua dos condenados, dos apaixonados, dos que ardem por dentro, mesmo sem sol. Porque, no fim… eu não assisto filmes. Eu os sinto. E se não me queimam ou me congelam, não valem minha eternidade.

Television

Books

Heroes

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